Essa semana senti-me ignorante; daquelas pessoas que de pouca coisa entendem, incultas ao ponto de responder "não, não conheço" a diversas perguntas. De fato, pouco conheço, e do pouco que conheço, conheço pouco. Eis algo que ronda a minha cabeça! E o engraçado é que parece até uma nostalgia agradável quando conecto quem provocou-me a sensação agora com as reminiscências de quem me provocou da primeira vez. Ambos aquarianos, ah, signo prepotente! Por quê essa imagem de maior conhecimento perturba-me tanto? Sinceramente não sei se é bom, ou se é ruim; é apenas algo que me transtorna. Uma certeza inabalável de que o que está te mostrando é realmente da maior qualidade possível, e as críticas tão bem estruturadas e com o ar de inquestionáveis. Eu sinceramente senti-me minúscula, despida, completamente ignorante, como um animalzinho acuado que pouco entende inclusive do que estão lhe dizendo! Estive tão vulnerável que meu físico já tão frágil parece ainda mais frágil, delicado, quebrável, do que nunca! Constrangida com pouco, até mesmo com assuntos que perspassaram tanto meus lábios. Adaptei-me a ouvir mais, falar menos; e olha que eu já o fazia, agora então! Pareço uma criança muda e dócil de séculos atrás, ouvindo pacientemente os ensinamentos de sua avó. O irônio disso tudo é que me é aprazível, inquestionavelmente aprazível, ouvir coisas que eu não tinha conhecimento antes. Diversas coisas que me deixam excentricamente maravilhada - e olha que de excêntrica tenho muito já; acrescente em minha lista.
E... Ah! O sono não me permite concluir algo disso. Deixo isso aqui, largado, e amanhã, quem sabe, eu finalizo o post.